segunda-feira, 9 de junho de 2014

MODERNIDADE E ECONOMIA GLOBAL - PARTE 2

Ou inicio da guerra civil. Apesar de falarmos em inicio de guerra civil, entendemos que ela começou há muito. Foram  um milhão de  jovens negros assassinados  pelo estado  em dez anos. Todos os anos são 40 mil homicídios. Os brancos e ricos estão a cada dia mais no controle dos meios de subsistência e de produção. Justifica-se o racismo diariamente pelos meios televisivos, prejulgando os pobres presos, demonstrando de toda forma que não existem 53% da população não branca – não há atores negros, comerciais de grandes marcas jamais usam atores negros e todos negam claramente a existência de regras precisas no famigerado  Estatuto da Igualdade Racial. Os próprios bancos e órgãos públicos negam na sua propaganda, seus clientes não brancos.

O racismo
Dentre os males desagregadores da sociedade brasileira, a origem de todo o mal é o racismo – o preconceito racial contra negros e o apartheid social contra pobres. Que são na sua esmagadora maioria, negros ou pardos.

Produtividade
Com a produtividade há décadas em baixa, nossas industrias se tornam cada vez menos competitivas, nossos serviços e produtos não atingem escala de competitividade. É um cenário preocupante para o futuro de uma nação que esta envelhecendo rápido. Alem do envelhecimento, os recursos naturais, ainda abundantes, estão sendo entregues numa velocidade imaginaria. Sofremos uma devastadora desindustrialização, nos tornando celeiro de alimentos e commodities para um mundo ávido por metais e alimentos. Não há futuro nesta plataforma. O maior produto do mundo  é o conhecimento e as ferramentas para transformarem este conhecimento em produtos e serviços.

Modernidade
São escolas conectadas com empresas, são a aplicação das cotas raciais e a melhoria e transformação do ensino e da educação. São o respeito aos povos e a massificação das oportunidades. Modernidade é o equacionamento das conexões locais e globais, em prol da preservação do meio ambiente e da vida humana. Quando falo em conexão global, estou falando de sintonia fina com o futuro do planeta, da compreensão de que somos um povo apenas, e temos apenas um lar – o planeta terra.


Não acreditamos nesta copa do mundo. Não acreditamos neste governo de trabalhadores. Não são mais trabalhadores. Lamentamos que esta percepção seja nossa compreensão do que se transformou nosso pais – uma farsa de governo e poder. (continua na próxima postagem...)